sexta-feira, 13 de junho de 2008

Poemas cooperativos - GRUPO 16

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Muda-se o espírito, mudam-se as verdades
Muda-se a liberdade, muda-se a esperança

Que bem que ficam as felicidades
Do bem ficam as coisas de criança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
O que bonito e a serra de Monsanto.

E, afora este mudar-se cada dia,
-E todos os anos há um dia santo
-E no fundo é sempre uma alegria


Fernanda / Alberto

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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Para se saber as verdades
E manter uma boa aliança, mantêm-se a confiança

Para que os homens sejam audazes
E o mal não faça a cobrança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
À volta de seu encanto
As flores florescem dia-a-dia

E, afora este mudar-se cada dia,
Como a primavera que procurava
Como fora uma utopia
De uma fantasia tão desejada

Marco

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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
volta-se a ter esperança.
E continuamos a ter qualidades.

O homem continua a ter liberdades.
Do bem fica a nossa aliança.
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
Chove na serra de Monsanto.

E, afora este mudar-se cada dia,
porque a serra é um encanto
Mas continua a ter grande alegria.

Domingos

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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
-Queremos aprender com confiança
Levantam-se os ventos – vivam as liberdades

-Quando se fala do bem não há maldade
-Das coisas que fazemos fica a esperança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E que lindo ficou aquele canto

E, afora este mudar-se cada dia,
Mas frio ficou naquele encanto
-E assim acaba tudo em alegria.

Paula

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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, A
Muda-se o ser, muda-se a confiança; B
-Queremos aprender com confiança
Levantam-se os ventos - vivam as liberdades

-Quando se fala do bem não há maldade
-Das coisas que fazemos fica a esperança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
-Ele fica escondido no seu canto


E, afora este mudar-se cada dia,
-Ela vem e cobre-o com o seu manto
E agora está a ouvir a melodia.


Paula Correia (outra versão)

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E, por fim, um poema livre:

O percurso de uma vida
É uma experiência
Que tem que ser sentida


Para ser bem vivida
Damos-lhe a nossa essência
Chegamos ao fim da vida
Marcamos a nossa existência!

Marco Machado

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