Quadra popular
Todos nós temos defeitos,
Digo isto sem ar de riso.
Alguns são tortos de corpo
Outros aleijados do juízo.
Oh menina, estás aqui a estudar? Como vai a tua vida?
Não desistas, continua sem parar
Para que te sintas bem sucedida.
Devemos viver o presente,
Estudando o passado
E preparando o futuro.
Marco Machado
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quarta-feira, 25 de junho de 2008
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Poemas cooperativos - GRUPO 16
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Muda-se o espírito, mudam-se as verdades
Muda-se a liberdade, muda-se a esperança
Que bem que ficam as felicidades
Do bem ficam as coisas de criança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
O que bonito e a serra de Monsanto.
E, afora este mudar-se cada dia,
-E todos os anos há um dia santo
-E no fundo é sempre uma alegria
Fernanda / Alberto
..................................................
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Para se saber as verdades
E manter uma boa aliança, mantêm-se a confiança
Para que os homens sejam audazes
E o mal não faça a cobrança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
À volta de seu encanto
As flores florescem dia-a-dia
E, afora este mudar-se cada dia,
Como a primavera que procurava
Como fora uma utopia
De uma fantasia tão desejada
Marco
....................................................
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
volta-se a ter esperança.
E continuamos a ter qualidades.
O homem continua a ter liberdades.
Do bem fica a nossa aliança.
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
Chove na serra de Monsanto.
E, afora este mudar-se cada dia,
porque a serra é um encanto
Mas continua a ter grande alegria.
Domingos
..................................................
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
-Queremos aprender com confiança
Levantam-se os ventos – vivam as liberdades
-Quando se fala do bem não há maldade
-Das coisas que fazemos fica a esperança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E que lindo ficou aquele canto
E, afora este mudar-se cada dia,
Mas frio ficou naquele encanto
-E assim acaba tudo em alegria.
Paula
......................................................
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, A
Muda-se o ser, muda-se a confiança; B
-Queremos aprender com confiança
Levantam-se os ventos - vivam as liberdades
-Quando se fala do bem não há maldade
-Das coisas que fazemos fica a esperança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
-Ele fica escondido no seu canto
E, afora este mudar-se cada dia,
-Ela vem e cobre-o com o seu manto
E agora está a ouvir a melodia.
Paula Correia (outra versão)
...................................................
E, por fim, um poema livre:
O percurso de uma vida
É uma experiência
Que tem que ser sentida
Para ser bem vivida
Damos-lhe a nossa essência
Chegamos ao fim da vida
Marcamos a nossa existência!
Marco Machado
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Muda-se o espírito, mudam-se as verdades
Muda-se a liberdade, muda-se a esperança
Que bem que ficam as felicidades
Do bem ficam as coisas de criança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
O que bonito e a serra de Monsanto.
E, afora este mudar-se cada dia,
-E todos os anos há um dia santo
-E no fundo é sempre uma alegria
Fernanda / Alberto
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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Para se saber as verdades
E manter uma boa aliança, mantêm-se a confiança
Para que os homens sejam audazes
E o mal não faça a cobrança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
À volta de seu encanto
As flores florescem dia-a-dia
E, afora este mudar-se cada dia,
Como a primavera que procurava
Como fora uma utopia
De uma fantasia tão desejada
Marco
....................................................
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
volta-se a ter esperança.
E continuamos a ter qualidades.
O homem continua a ter liberdades.
Do bem fica a nossa aliança.
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
Chove na serra de Monsanto.
E, afora este mudar-se cada dia,
porque a serra é um encanto
Mas continua a ter grande alegria.
Domingos
..................................................
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
-Queremos aprender com confiança
Levantam-se os ventos – vivam as liberdades
-Quando se fala do bem não há maldade
-Das coisas que fazemos fica a esperança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E que lindo ficou aquele canto
E, afora este mudar-se cada dia,
Mas frio ficou naquele encanto
-E assim acaba tudo em alegria.
Paula
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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, A
Muda-se o ser, muda-se a confiança; B
-Queremos aprender com confiança
Levantam-se os ventos - vivam as liberdades
-Quando se fala do bem não há maldade
-Das coisas que fazemos fica a esperança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
-Ele fica escondido no seu canto
E, afora este mudar-se cada dia,
-Ela vem e cobre-o com o seu manto
E agora está a ouvir a melodia.
Paula Correia (outra versão)
...................................................
E, por fim, um poema livre:
O percurso de uma vida
É uma experiência
Que tem que ser sentida
Para ser bem vivida
Damos-lhe a nossa essência
Chegamos ao fim da vida
Marcamos a nossa existência!
Marco Machado
Texto Poético
No texto poético, a subjectividade e a plurissignificação, isto é, os vários significados que uma palavra pode ter, ocupam um lugar especial. As frases são marcadas pelo ritmo e pela musicalidade.
O verso é cada uma das linhas de um texto poético.
A estrofe é o conjunto de versos separados graficamente por um espaço e que formam, geralmente, um sentido completo. As estrofes têm um nome, conforme o número de versos:
dístico – estrofe de dois versos
terceto – estrofe de três versos
quadra – estrofe de quatro versos
quintilha – estrofe de cinco versos
sextilha – estrofe de seis versos
estrofe de sete versos
oitava – estrofe de oito versos
estrofe de nove versos
décima – estrofe de dez versos
O ritmo resulta da disposição das palavras/sons do poema, pela alternância entre sílabas acentuadas ou fortes e átonas ou fracas.
Não sendo indispensável ao texto poético, a rima, que é a correspondência de sons no poema, pode contribuir para o ritmo e memorização. Aos versos que rimam entre si chamamos versos rimados. Aos versos que não rimam chamamos versos brancos ou soltos.
Retirado de Ponto e Vírgula, 7.º Ano, de Constança Palma e Sofia Paixão
Texto Editora
in: http://www.educacao.te.pt/jovem/index.jsp?p=117&idArtigo=497
O verso é cada uma das linhas de um texto poético.
A estrofe é o conjunto de versos separados graficamente por um espaço e que formam, geralmente, um sentido completo. As estrofes têm um nome, conforme o número de versos:
dístico – estrofe de dois versos
terceto – estrofe de três versos
quadra – estrofe de quatro versos
quintilha – estrofe de cinco versos
sextilha – estrofe de seis versos
estrofe de sete versos
oitava – estrofe de oito versos
estrofe de nove versos
décima – estrofe de dez versos
O ritmo resulta da disposição das palavras/sons do poema, pela alternância entre sílabas acentuadas ou fortes e átonas ou fracas.
Não sendo indispensável ao texto poético, a rima, que é a correspondência de sons no poema, pode contribuir para o ritmo e memorização. Aos versos que rimam entre si chamamos versos rimados. Aos versos que não rimam chamamos versos brancos ou soltos.
Retirado de Ponto e Vírgula, 7.º Ano, de Constança Palma e Sofia Paixão
Texto Editora
in: http://www.educacao.te.pt/jovem/index.jsp?p=117&idArtigo=497
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