quarta-feira, 25 de junho de 2008

Mais poesia

Quadra popular

Todos nós temos defeitos,
Digo isto sem ar de riso.
Alguns são tortos de corpo
Outros aleijados do juízo.

Oh menina, estás aqui a estudar? Como vai a tua vida?
Não desistas, continua sem parar
Para que te sintas bem sucedida.


Devemos viver o presente,
Estudando o passado
E preparando o futuro.

Marco Machado

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Poemas cooperativos - GRUPO 16

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Muda-se o espírito, mudam-se as verdades
Muda-se a liberdade, muda-se a esperança

Que bem que ficam as felicidades
Do bem ficam as coisas de criança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
O que bonito e a serra de Monsanto.

E, afora este mudar-se cada dia,
-E todos os anos há um dia santo
-E no fundo é sempre uma alegria


Fernanda / Alberto

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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Para se saber as verdades
E manter uma boa aliança, mantêm-se a confiança

Para que os homens sejam audazes
E o mal não faça a cobrança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
À volta de seu encanto
As flores florescem dia-a-dia

E, afora este mudar-se cada dia,
Como a primavera que procurava
Como fora uma utopia
De uma fantasia tão desejada

Marco

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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
volta-se a ter esperança.
E continuamos a ter qualidades.

O homem continua a ter liberdades.
Do bem fica a nossa aliança.
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
Chove na serra de Monsanto.

E, afora este mudar-se cada dia,
porque a serra é um encanto
Mas continua a ter grande alegria.

Domingos

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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
-Queremos aprender com confiança
Levantam-se os ventos – vivam as liberdades

-Quando se fala do bem não há maldade
-Das coisas que fazemos fica a esperança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E que lindo ficou aquele canto

E, afora este mudar-se cada dia,
Mas frio ficou naquele encanto
-E assim acaba tudo em alegria.

Paula

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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, A
Muda-se o ser, muda-se a confiança; B
-Queremos aprender com confiança
Levantam-se os ventos - vivam as liberdades

-Quando se fala do bem não há maldade
-Das coisas que fazemos fica a esperança
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
-Ele fica escondido no seu canto


E, afora este mudar-se cada dia,
-Ela vem e cobre-o com o seu manto
E agora está a ouvir a melodia.


Paula Correia (outra versão)

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E, por fim, um poema livre:

O percurso de uma vida
É uma experiência
Que tem que ser sentida


Para ser bem vivida
Damos-lhe a nossa essência
Chegamos ao fim da vida
Marcamos a nossa existência!

Marco Machado

Texto Poético

No texto poético, a subjectividade e a plurissignificação, isto é, os vários significados que uma palavra pode ter, ocupam um lugar especial. As frases são marcadas pelo ritmo e pela musicalidade.

O verso é cada uma das linhas de um texto poético.

A estrofe é o conjunto de versos separados graficamente por um espaço e que formam, geralmente, um sentido completo. As estrofes têm um nome, conforme o número de versos:

dístico – estrofe de dois versos
terceto – estrofe de três versos
quadra – estrofe de quatro versos
quintilha – estrofe de cinco versos
sextilha – estrofe de seis versos
estrofe de sete versos
oitava – estrofe de oito versos
estrofe de nove versos
décima – estrofe de dez versos

O ritmo resulta da disposição das palavras/sons do poema, pela alternância entre sílabas acentuadas ou fortes e átonas ou fracas.

Não sendo indispensável ao texto poético, a rima, que é a correspondência de sons no poema, pode contribuir para o ritmo e memorização. Aos versos que rimam entre si chamamos versos rimados. Aos versos que não rimam chamamos versos brancos ou soltos.

Retirado de Ponto e Vírgula, 7.º Ano, de Constança Palma e Sofia Paixão
Texto Editora
in: http://www.educacao.te.pt/jovem/index.jsp?p=117&idArtigo=497

quarta-feira, 11 de junho de 2008

A publicidade do Grupo 19

O Manuel Cunha enviou esta publicidade que explora muito bem a imagem seleccionada:



A Fátima Mendes enviou uma publicidade com humor:

domingo, 25 de maio de 2008

A publicidade do Grupo 16

Os trabalhos que me chegaram estão muito bons, alguns revelam uma criatividade muito grande. Parabéns!


O Marco optou por publicidade institucional (ao CNO de Vizela) e associou muito bem a mensagem à imagem.


O Domingos aproveitou a rima, como recurso expressivo, para cativar a atenção do público e acrescentou uma pitada de humor!


A Fernanda usou um pouco de humor jogando com o sentido das palavras.


Este foi o trabalho da Rita. Na sua publicidade institucional apela a hábitos salutares e usa a rima para o efeito.


O José preferiu dar uma imagem moderna de uma indústria antiga.


O Alberto apelou a hábitos alimentares saudáveis na sua publicidade institucional.


A Paula já está a pensar nas férias e usa um recurso interessante: "migo" (amigo).

terça-feira, 29 de abril de 2008

Texto publicitário

A Publicidade é uma técnica cujo objectivo é promover a venda de produtos ou serviços (publicidade comercial) ou a divulgação de ideias (publicidade não comercial).
A intenção comunicativa do publicitário é procurar convencer o público-alvo (destinatário) a consumir (um produto ou serviço) ou a seguir uma ideia.

Aspectos a considerar na elaboração de um anúncio publicitário

1. Um anúncio bem elaborado deve respeitar aquilo a que os publicitários dão o nome de AIDMA.

A – Atenção – despertar a atenção
I – Interesse – suscitar o interesse
D – Desejo – Provocar desejo
M – Memorização – permitir a memorização
A – Acção – desencadear a acção


2. Deve ser constituído por:
• Um texto linguístico (slogan e texto de argumentação)
• Um texto icónico (imagem)
• Os dois textos (linguístico e icónico) devem estar interligados, funcionando a imagem como reforço da mensagem verbal.
•O Slogan deve ser original, breve, simples e fácil de reter na memória.

3. O anúncio deve ser adequado ao público a que se destina (público-alvo) e, para tal, tem que ter em conta os sentimentos e emoções que pretende despertar.

4. O texto publicitário, para atingir o objectivo de persuadir ou incentivar ao consumo, serve-se de vários recursos linguísticos.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Aprender a aprender...

Como diz o ditado: "Não dês o peixe, ensina a pescar!"



Video publicado por Vitorino Seixas no Blog da Formação.

LVila

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Como escrever uma carta de reclamação

1. Identificação
A carta deverá conter os nomes do remetente e do destinatário, com moradas completas e, se possível, com o seu contacto telefónico.

2. Situe temporalmente os factos
Mencione o local e a data em que a carta foi escrita. A data deve ser a de envio.

3. Relate
Deverá relatar pormenorizadamente os motivos que levaram ao envio da sua carta. Não se esqueça de mencionar datas e os locais onde ocorreram os acontecimentos que levaram ao envio da mesma.

4. Pretensões
Refira de forma clara e precisa, o que pretende da pessoa ou entidade a quem está a enviar a carta.

5. Anexe
Junte à carta, mencionando esse facto, todos os documentos que considere necessários para a compreensão e prova do sucedido. Mas envie cópias, nunca os originais.

6. Assine
Lembre-se que uma carta não assinada é como se fosse anónima!

Aconselhamos, por último, que envie a sua carta registada, provando que de facto a enviou mas, também com aviso de recepção, para que possa provar que a mesma foi, efectivamente recebida no destinatário.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

A NOTÍCIA

Na estrutura da notícia é frequente destacar o Título, o Lead (parágrafo-guia) e o Corpo da Notícia (corpo do texto), por ordem decrescente de grau de importância dos acontecimentos.














Imagem: impressaoonline.blogspot.com (João Canavilhas citado por Ariani Caetano)

Para além deste facto, é fundamental que se use uma linguagem acessível, deixando de fora a opinião ou impressão pessoal do autor.

A notícia é uma narrativa de factos actuais com interesse geral.

Para ser notícia tem de possuir novidade, mas tem de haver veracidade e actualidade dos factos. A narrativa tem de ser formalmente apelativa, capaz de interessar, e tecnicamente eficaz, recorrendo à concisão, à clareza e à objectividade.

As notícias devem, por isso, ser relativamente curtas, actuais, fidedignas, concisas, claras e objectivas, de interesse.

O Título não deve contar o acontecimento, mas também não deverá ser completamente insignificante, devendo apresentar uma informação substancial que permita ao leitor identificar os factos e, de alguma forma, cativá-lo para a leitura da notícia. Não deverá, ainda, repetir a informação do lead. Os títulos não devem ser muito grandes, devendo apresentar apenas um período.

O Lead deve responder a quatro perguntas chave, cuja informação responde de imediato àquilo que é mais importante:

1: o quê (o que aconteceu, está ou vai acontecer)

2: quem (os agente da acção)

3: quando (dia da semana e do mês, horas)

4: onde (o local dos acontecimentos)

O "quando" e o "onde", devem ser omitidos nos casos óbvios, mas em casos pouco conhecidos a localização deve ser dada com precisão.

O "como" e o "porquê" por vezes tornam-se difíceis de resumir, podendo deixar o seu desenvolvimento para o corpo do texto.

Um lead deve, também, ser claro, preciso e correcto: não deve iniciar com uma negativa, nem de forma duvidosa, interrogativa ou condicional. Nem por um gerúndio, uma conjunção ou expressões do género "como se sabe", "recorde-se", "de acordo".

O corpo da notícia deve relatar de forma completa os acontecimentos e os dados menos importantes ou secundários.